<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CPCON - A Gestão Patrimonial Inteligente</title>
	<atom:link href="http://www.cpcon.eng.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cpcon.eng.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Aug 2010 15:15:34 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>ICPC 10 – O Ativo Imobilizado e a Propriedade para Investimento</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/icpc-10-ativo-imobilizado-propriedade-investimento/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/icpc-10-ativo-imobilizado-propriedade-investimento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 15:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[CPC]]></category>
		<category><![CDATA[CPC 27]]></category>
		<category><![CDATA[CPC 28]]></category>
		<category><![CDATA[ICPC 10]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=654</guid>
		<description><![CDATA[A interpretação Técnica ICPC 10 e as mudanças no aspecto contábil das empresas. Entenda as vantagens e empecilhos diante a possibilidade de utilização das normas internacionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Comitê de Pronunciamentos Contábeis e a Interpretação Técnica <strong>ICPC 10</strong></h2>
<p>A interpretação técnica <strong>ICPC 10</strong> garante esclarecimentos relativos ao pronunciamento técnico CPC 27, juntamente com o pronunciamento técnico CPC 28.</p>
<h2>A interpretação do <strong>CPC 27</strong> e <strong>CPC 28</strong></h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-656" title="icpc 10 e o ifrs" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/08/icpc-10-ifrs.jpg" alt="icpc 10 e o ifrs" width="272" height="181" /></p>
<p>O <strong>CPC</strong> (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) em conjunto com a <strong>CVM</strong> (Comissão de Valores Mobiliários), ofereceram audiência pública visando esclarecer as inúmeras dúvidas referentes aos pronunciamentos técnicos <a title="CPC 27" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/pronunciamento-tecnico-cpc-27/"><strong>CPC 27</strong></a> e <strong>CPC 28</strong>. Os principais tópicos abordados foram:</p>
<ul>
<li>Utilização do critério do custo ou valor justo par ao ativo de propriedade para investimento, de acordo com a possibilidade estabelecida no CPC 28.</li>
<li>Referente ao valor residual dos bens do ativo imobilizado e das taxas de depreciação relevantes ao processo de revisão inicial e periódica.</li>
<li>Dos requisitos fundamentais e necessários ao processo de revisão periódica citado acima.</li>
<li>A possibilidade de atribuir, de forma convergente com as normas internacionais, o novo custo para os bens do ativo imobilizado e de propriedade para investimento.</li>
</ul>
<p>No <strong>ICPC 10</strong> é dada ênfase especial para a revisão necessária das <strong>taxas de depreciação</strong> e determinação da vida útil econômica de tais bens para que haja atendimento correto diante o pronunciamento técnico <strong>CPC 27</strong>, pois é muito utilizado no Brasil as taxas médias admitidas pelas leis tributárias.</p>
<h2><strong>ICPC 10</strong> e o <strong>Deemed Cost</strong> (<strong>Custo Atribuído</strong>)</h2>
<p>O <strong>custo atribuído</strong>, também conhecido como <a title="Custo Atribuído - Deemed Cost" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/deemed-cost-custo-atribuido/"><strong>Deemed Cost</strong></a>, é uma prática contábil nova para a realidade brasileira, e deve estar presente diante as normas internacionais da IASB. O <strong>ICPC 10</strong> trata também os reflexos dos dividendos futuros da empresa devido aos impactos nas <strong>depreciações</strong> futuras ocasionadas pela utilização do <strong>custo atribuído</strong> (<strong>deemed cost</strong>).<br />
Assim, o <strong>ICPC 10</strong> visa também a ampla divulgação de tais impactos juntamente com a política de dividendos das empresas.</p>
<h2>Características de Adoção do <strong>ICPC 10</strong></h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-655" title="icpc 10" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/08/icpc10.jpg" alt="icpc 10" width="262" height="212" /></p>
<p>As empresas que optarem por seguir o normativo contábil <strong>ICPC 10</strong> tem por possibilidade a adoção do padrão contábil internacional, com atribuição de um novo custo para o ativo imobilizado, substituindo o registro histórico.</p>
<p>Há uma certa expectativa de ajuste acima no valor do ativo do patrimônio com a adoção do <strong>ICPC 10</strong>, como no caso de empresas geradoras, pois os cálculos serão feitos com base no custo de reposição do bem: depreciação relativa ao prazo de concessão.</p>
<p>Outro ponto relevante é descrito sobre o ativo imobilizado que terá ajuste para cima, sendo assim, os empreendimentos irão depreciar seguidamente os bens que já tiveram depreciação. Este fato tem efeito negativo em cima do lucro da empresa, deste modo, também tem efeito negativo no dividendo mínimo obrigatório a ser distribuído.</p>
<p>É interessante ressaltar que o ajuste não é obrigatório, porém os empreendimentos devem analisar suas políticas e metas de desenvolvimento, afim de verificar os benefícios de ajuste pelas normas internacionais, e manter uma <a title="A Gestão patrimonial Eficiente" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão patrimonial</strong></a> eficiente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/icpc-10-ativo-imobilizado-propriedade-investimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>IFRS e a Normalização do Controle Patrimonial</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/ifrs-controle-patrimonial/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/ifrs-controle-patrimonial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 20:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=650</guid>
		<description><![CDATA[As normas internacionais IFRS vieram para padronizar, simplificar e aumentar a eficiência dos relatórios financeiros e patrimoniais. Conheça mais sobre a norma IFRS e suas características.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>IFRS &#8211; As Normas Internacionais de Contabilidade e a Padronização do Controle Patrimonial</h2>
<p class="floatRight"><img class="size-full wp-image-651" title="Normas Internacionais IFRS" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/08/normas-internacionais-ifrs.jpg" alt="Normas Internacionais IFRS" width="320" height="270" /></p>
<p>O <strong>IFRS</strong> em Inglês, <strong>International Financial Reporting Standard</strong>, cuja tradução direta significa <strong>Padrões Internacionais de Relatórios Financeiros</strong> são um conjunto de pronunciamentos de contabilidade internacionais produzidos, publicados e revisados por organismos internacionais.</p>
<p>A idéia por detrás do IFRS é implantar modelos de contabilidade padronizados em diversos países e blocos comerciais para facilitar o comércio e entendimento financeiro internacional.</p>
<p>Um dos pontos-chave abordados pela pela IFRS é justamente a questão do <strong><a href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-e-financas/nocoes-basicas-controle-patrimonio/">controle patrimonial</a></strong>, em especial, o <strong><a href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-e-financas/balanco-patrimonial-conceitos-basicos/">balanço patrimonial</a></strong>. A padronização do controle e balanço patrimonial das empresas foi desenvolvido principalmente para facilitar aquisições e fusões de empresas.</p>
<p>Como a economia está cada vez mais dinâmica e cada vez mais transações são feitas por meio virtual ( Internet ), os profissionais de contabilidade e <a href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão patrimonial</strong></a> não tem tempo a perder, a padronização vem justamente facilitar este ponto.</p>
<p>Com relatórios e termos padronizados nas diversas línguas, um profissional de controle patrimonial pode facilmente entender os dados repassados por um profissional equivalente de outro país, basta traduzir a língua dos documentos.</p>
<h2>A Adoção  das Normas IFRS na Comunidade Internacional</h2>
<p>O primeiro bloco de países a adotar as normas da IFRS para normatizar os procedimentos de gestão patrimonial foram os países da <strong>União Européia</strong> ( zona do Euro ).</p>
<p>A padronização dos procedimentos de controle patrimonial inclusive foi uma das premissas discutidas na criação da União Européia. As normais IFRS foram adotadas oficialmente nos países da zona do Euro no dia 31 de Dezembro de 2005, no entanto desde 1° de Janeiro de 2005 todas as empresas Européias foram obrigadas a adotar as normas IFRS para poderem publicar suas demonstrações financeiras consolidadas.</p>
<p>Embora o sistema Americano de contabilidade não esteja totalmente regularizado de acordo com as normas IFRS, uma boa parcela das empresas resolveu adotar por conta própria o sistema para poder negociar com mais facilidade no meio internacional o mesmo aconteceu com muitas empresas da Asia, em especial China e Japão.</p>
<p>Como o Brasil está deixando de ser um simples campo de investimento para se tornar também um investidor, recentemente também está adequando as suas práticas de contabilidade e controle patrimonial de acordo com as normas da IFRS.</p>
<h3>Expansão das Normas e do Conceito da IFRS pelo Mundo</h3>
<p align="center"><img class="size-full wp-image-652" title="Expansão da Norma IFRS pelo Mundo" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/08/expansao-ifrs-mundo.png" alt="Expansão da Norma IFRS pelo Mundo" width="470" height="306" /></p>
<h2>Objetivo das Demonstrações Financeiras e de Controle Patrimonial em IFRS</h2>
<p>O principal objetivo das demonstrações financeiras e de controle patrimonial nas normas IFRS é fornecer relatórios sobre a posição financeira das empresas, os resultados, balanços e as mudanças da posição financeira de um modo simples e prático para que o maior número possível de usuários e profissionais possam entende-las e assim tomar suas decisões.</p>
<p>Entre os interessados temos investidores, empregados, fornecedores, clientes,  instituições financeiras e até mesmo governos, todos ganham com a aplicação das normas simplificadas de demonstração financeira.</p>
<p>Confira abaixo as principais características desejáveis de um relatório produzido de acordo com as normas IFRS.</p>
<h2>Características de Qualidade que um Relatório em Padrão deve Conter na Norma IFRS:</h2>
<ul>
<li><strong>Compreensibilidade</strong>: A padronização de estilo e termos aumenta em muito a compreensão dos relatórios pelos seus leitores.</li>
<li><strong>Relevância</strong>: A remoção de itens irrelevantes torna o demonstrativo financeiro muito mais conciso. De acordo com os princípios do IFRS, o foco nunca deve ser perdido.</li>
<li><strong>Confiabilidade:</strong> Dados e fontes devem sempre ser confiáveis, principalmente no que diz respeito a dados de balanço e controle patrimonial.</li>
<li><strong>Comparabilidade: </strong>Como estão padronizados, relatórios de meses ou períodos diferentes podem facilmente ser comparados, indicando de maneira prática o progresso ( ou regresso ) financeiro da empresa.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/ifrs-controle-patrimonial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deemed Cost – O Custo Atribuído</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/deemed-cost-custo-atribuido/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/deemed-cost-custo-atribuido/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 14:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[CPC]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Pronunciamentos Contábeis]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Atribuído]]></category>
		<category><![CDATA[Deemed Cost]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=648</guid>
		<description><![CDATA[Entenda os conceitos sobre o Deemed Cost, também conhecido como o Custo Atribuído. Fique por dentro das características do custo atribuído, suas aplicações, e a real necessidade de efetuar verificações nos ativos da empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-649" title="Custo Atribuído" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/08/custo-atribuido.jpg" alt="Custo Atribuído" width="300" height="220" /></p>
<p>O custo atribuído dos ativos, também conhecido como “Deemed Cost”, pode ser entendido como uma dada <strong><em>&#8220;reavaliação&#8221;</em></strong>, esta que pode aumentar ou modificar o valor do bem de forma justa.  Seguindo esta linha de mudanças do valor do ativo, o deemed cost também pode diminuir o valor do ativo, desde que este esteja realmente com registro abaixo de seu valor justo.  Apesar das características de tais mudanças serem semelhantes ao processo de reavaliação, tal ajuste não é contabilizado como tal, porém, deve ser contabilizado no patrimônio líquido do empreendimento, na conta determinada como a de Ajustes de <strong>Avaliação Patrimonial</strong>.</p>
<h2>Características do <strong>Deemed Cost</strong></h2>
<p>Só é possível a utilização do <strong>deemed cost</strong>, ou custo atribuído, com a adoção do <a title="Pronunciamento Técnico CPC 27" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/pronunciamento-tecnico-cpc-27/"><strong>CPC 27</strong></a>, 43 e 37. Sendo que seu controle deve feito de forma que o valor seja baixado do Patrimônio Líquido e levado diretamente ao resultado. Outro ponto é o fator fiscal, que não deve ter nenhum efeito contábil.</p>
<h2>Aplicação do <strong>Deemed Cost</strong>: o <strong>custo atribuído</strong></h2>
<p>O <strong>custo atribuído</strong> (<strong>deemed cost</strong>), deve ser utilizado caso seja verificado que o valor do ativo esteja desajustado, seja muito superior, ou visivelmente inferior. Desta forma, estas diferenças podem prejudicar o <a title="Conceitos Básico sobre Balanço Patrimonial" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-e-financas/balanco-patrimonial-conceitos-basicos/"><strong>balanço patrimonia</strong>l</a> e o resultado. Estes ativos, ou conjunto de ativos de capital relevante ao empreendimento que ainda estão em operação, devem ser ajustados perante seu valor justo, principalmente quando há provável geração de caixa.</p>
<h2>Deemed Cost e o <strong>Valor Justo</strong></h2>
<p>Mas como definir o valor justo de um bem, ou mesmo verificar a necessidade de <strong>avaliação</strong>? É necessário efetuar processos de análises com a <strong>engenharia de avaliações</strong>, afim de verificar qualquer necessidade de alteração do bem. De forma sucinta, o valor justo do bem pode ser verificado através do valor a ser negociado entre as partes interessadas no mesmo, estas que são conhecedoras do negócio e independentes, sendo necessário também que estas não tenham pressões internas ou externas sobre a liquidação da transação, ou que caracterize ou se assemelhe uma transação compulsória.</p>
<h2>Observações Gerais sobre o <strong>Custo Atribuído</strong></h2>
<p>É interessante ressaltar que o procedimento específico sobre o “deemed cost“ não siginifica de forma geral a prática de <strong>reavaliação de bens</strong>, de forma contábil.</p>
<p>As normas contábeis internacionais emitidas pela IASB (IFRS 1, itens D5 a D8), estão de acordo sobre a previsão de atribuição de custo na adoção inicial, que é conehcida como deemed cost, ou somente como custo atribuído.</p>
<p>Todos os processos de <a title="CPCON a Gestão Patrimonial Inteligente" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão patrimonial</strong></a> são de suma importância para o controle correto do empreendimento. Sendo sempre necessário efetuar consultorias especializadas em controle patrimonial, afim de ficar de acordo com as normas contábeis e com gestão atualizada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/deemed-cost-custo-atribuido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Balanço do Patrimônio e Gestão Patrimonial</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/balanco-patrimonio-gestao-patrimonial/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/balanco-patrimonio-gestao-patrimonial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 13:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=643</guid>
		<description><![CDATA[A grande relevância oriunda dos processos de balanço patrimonial. As mudanças legislativas, as características e as responsabilidades em sua utilização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Balanço e <strong>Gestão Patrimonial</strong> do Empreendimento</h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-644" title="Balanco Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/balanco-patrimonial.jpg" alt="Balanco Patrimonial" width="216" height="279" /></p>
<p>O conceito e aplicação do <a title="Balanço Patrimonial, conceitos gerais - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/balanco-patrimonial-conceitos-basicos/"><strong>balanço patrimonial</strong></a> nas  organizações, sofreu mudanças devido  as  reformulações diante a lei 11638/07 e também a Medida Provisória 449/08. Este  impacto perante a <a title="A Gestão Patrimonial Eficiente - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>Gestão Patrimonial</strong></a> é relevante, pois trata certos aspectos de  <a title="Impairment e o Goodwill - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/empresarial/impairment-e-gestao-contabil/"><strong>impairment</strong></a> de forma mais sábia, agregando o real valor a um determinado bem.  Sempre que necessário, é possível executar testes para avaliar alterações no  patrimônio, verificando se determinado ativo tem o valor de <strong>registro contábil</strong> compatível com determinado valor de mercado. Há também, certas mudanças no  aspecto do <strong>demonstrativo contábil</strong> perante o <strong>balanço patrimonial</strong>, que é  ressaltado tanta para o passivo quanto para o ativo, estes destacados como o “não-circulante”  da empresa e ao “circulante” da mesma.</p>
<p>No departamento responsável pela <a title="Conceitos gerais de gestão contábil - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/gestao-contabil-relevancia-controle-patrimonial/"><strong>gestão contábil</strong></a> da empresa, é  possível destacar que, como caracterização de “balanço” (com referência ao  <strong>balanço patrimonial</strong>), temos as seguintes atribuições:</p>
<ul>
<li>As aplicações tendo equivalência as origens</li>
<li>O Ativo tendo como base a soma do passivo com o  <strong>patrimônio líquido</strong></li>
</ul>
<h2>Balanço Patrimonial e as responsabilidades</h2>
<p>De forma geral, o <strong>balanço patrimonial</strong> é necessário e  indispensável a todas as empresas, com algumas exceções ( pequenos empreendimentos,  e empreendimentos rurais). A composição do <strong>balanço patrimonial</strong> é relativo aos  ganhos da empresa, e suas responsabilidades de débito. De forma análoga, é  definida como o cálculo da entrada de capital da empresa, e a saída, para  pagamentos de serviços/aquisições/débitos em geral. Desta forma, através deste  <strong>balanço</strong>, é medido o <strong>real patrimônio</strong> de um empreendimento. Este, que tem como  base, os bens, direito e obrigações, como citado acima.</p>
<h2>Características do Balanço Patrimonial</h2>
<p>Em terminologia mais comumente abordada no Brasil, temos o  <strong>balanço patrimonial</strong> como uma <strong>demonstração contábil</strong>, econômica e financeira de  um empreendimento, esta que é relacionada a determinada data, diretamente ligada a  <strong>situação patrimonial</strong>.</p>
<p>É interessante destacar que o <strong>balanço</strong>, era conhecido como sendo o “Balanço Geral”, que a partir de mudanças na legislação,  passou a ser conhecido como o termo amplamente utilizado: “<strong>Balanço Patrimonial</strong>”.  Esta mudança, teve como vantagem também a diferenciação entre o <strong>balanço  financeiro</strong>, que é utilizado pelas entidades que não visam lucro.</p>
<h2>O Balanço Patrimonial e o empreendimento</h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-645" title="Gestao e Balanço Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/gestao-balanco-patrimonial.jpg" alt="Gestao e Balanço Patrimonial" width="233" height="352" /></p>
<p>É interessante ressaltar que, conforme legislação, no <strong> balanço</strong>, a definição e classificação das contas deve ser feita segundo  elementos do <strong>patrimônio</strong> que registrem, e agrupem de modo a facilitar o  conhecimento e a análise da <strong>situação financeira do empreendimento</strong>.</p>
<p>Em suma, o <strong>balanço patrimonial</strong> é o equilíbrio das partes,  caracterizado como o equilíbrio do patrimônio, ou mesmo a igualdade <strong> patrimonial</strong>. Em relevância abstrata, o <strong>balanço patrimonial</strong> evidência a <strong>situação patrimonial</strong> de um determinado empreendimento em uma certa data. De forma intrínseca e  evidente, o <strong>balanço</strong> é parte fundamental da <strong>gestão do patrimônio</strong>, e  indispensável ao <a title="Controle Patrimonial Moderno - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a> eficiente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/balanco-patrimonio-gestao-patrimonial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Impairment, Considerações e definição</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/impairment-consideracoes-definicao/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/impairment-consideracoes-definicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 17:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Impairment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=639</guid>
		<description><![CDATA[As desvalorizações por impairment, o correto controle do patrimônio e as estrtégias para a gestão patrimonial eficiente. Entenda de maneira geral, como todos es aspectos se correlacionam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Definição de Impairment</h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-641" title="Impairment Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/impairment-controle-patrimonial.JPG" alt="Impairment Controle Patrimonial" width="212" height="381" /></p>
<p>Como observado, o termo <strong>impairment</strong> não é de origem da língua  portuguesa, porém é uma palavra comumente utilizada nos processos de  avaliações e <a title="A Gestão Patrimonial Eficiente - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>Gestão Patrimonial</strong></a>. Esta que tem origem inglesa, tem  por definição como sendo a “deterioração”, com tradução mais relevante  nos processos de <a title="O Controle do Patrimônio e a Empresa - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a>, entende-se por <strong>impairment</strong>,  como sendo a “<a title="Conceitos básicos sobre depreciação - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/depreciacao-gestao-patrimonial/"><strong>depreciação</strong></a>”, esta relativa principalmente aos  ativos do empreendimento.</p>
<h2>CPC 01 e o Teste de Impairment</h2>
<p>Com a deliberação nº 527/07 da <strong>CVM</strong> (<strong>Comissão de Valores Imobiliários</strong>), aprovando o <strong>Pronunciamento Técnico CPC 01</strong>, e a determinação das etapas consecutivas a serem abordadas afim de especificar os procedimentos durante o <a title="A aplicação do Teste de Impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-impairment-reducao-valor-recuperavel-ativos/"><strong>teste de impairment</strong></a>, este que verifica e caracteriza abstrações do valor do ativo no registro contábil, perante seu valor real de mercado. A deliberação faz menções pertinentes também, acerca do período mais adequado a se efetuar a execução do <a title="O teste de recuperabilidade - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-recuperabilidade-teste-de-impairment/"><strong>teste de recuperabilidade</strong></a>.<br />
Ratificando o <a title="Pronunciamento Técnico CPC 01 - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/pronunciamento-tecnico-cpc-01-reducao-no-valor-recuperavel-de-ativos/"><strong>Pronunciamento Técnico CPC 01</strong></a>, é interessante definir de forma geral, os principais objetivos abordados pelo mesmo. Este que ratifica o modelo correto para a <a title="A redução ao valor recuperável de ativos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/reducao-valor-recuperavel-ativos-lei-11638/"><strong>redução ao valor recuperável de ativos</strong></a> de forma mais adequada, visando também definir metodologias de execução que podem ser entendidas como procedimentos que asseguram, ou visam assegurar de forma correta os registros dos ativos em questão. Esta adequação no registro, visa também que o valor a ser contabilizado não seja superior ao valor que seja passível a recuperação no tempo devido por uso nos processos da empresa, ou eventualmente em processos de venda.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-640 aligncenter" title="Impairment" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/impairment.jpg" alt="Impairment" width="429" height="147" /></p>
<h2>Considerações sucintas sobre o Teste de Impairment</h2>
<p>De forma geral, é interessante abordar a execução em si do processo de avaliação e testes por <a title="Conceitos Gerais sobre Impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/empresarial/impairment-e-gestao-contabil/"><strong>impairment</strong></a>. Desta forma, é interessante que o empreendimento avalie, pelo menos a cada fim de exercício os ativos de seu empreendimento, e em casos específicos, fazer verificação sempre que houver indícios concretos sobre tal desvalorização. Em seguida, caso os testes sumários apresentem diferenças nos valores do ativo, é necessário então efetuar cálculos para estimativa da <strong>redução ao valor recuperável</strong> do mesmo.<br />
É interessante ratificar também, a importância de efetuar testes periódicos nos ativos da entidade, de forma independente, mesmo que não seja verificado qualquer desajuste em questões depreciativas. Pois desta forma, o correto <strong>controle patrimonial</strong> pode ser empregado, sempre havendo a maior precisão de dados possível nos inventários, laudos e afins.</p>
<h2>Gestão e Controle Patrimonial</h2>
<p>De forma singela, é sempre relevante ressaltar a importância de todos os processos de cunho administrativo voltados a uma boa gestão do empreendimento. Uma empresa organizada, documentada, e sempre atualizada periodicamente, é sempre uma grande valia, e sempre agrega bons resultados. Pois desta forma, os gestores tem uma visão global mais precisa, podendo focar nas suas metas almejadas, e resolver empecilhos com maior facilidade, pois não precisam executar processos e procedimentos urgentes para avaliação e <strong>controle do patrimônio</strong>. Sempre tenha especiaistas em <strong>controle patrimonial</strong> de prontidão para seu auxílio, ou terceirize todo o processo, com <a title="Consultoria Especializada em Gestão Patrimonial - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/consultoria-sistemas-controle-patrimonial/"><strong>consultoria de gestão patrimonial</strong></a> de forma eficiente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonial/impairment-consideracoes-definicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Impairment, Depreciação e Gestão Patrimonial</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/depreciacao/impairment-depreciacao-gestao-patrimonial/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/depreciacao/impairment-depreciacao-gestao-patrimonial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 13:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[depreciação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=635</guid>
		<description><![CDATA[Os impactos da depreciação com a desvalorização por impairment, os empecilhos em sua ocorrência, as soluções perante a Gestão Patrimonial, e seu tratamento com o processo de Engenharia de Avaliações e o teste de impairment.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A Depreciação e a Gestão</h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-636" title="Impairment Depreciacao Gestão" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/impairment-depreciacao-gestao.jpg" alt="Impairment Depreciacao Gestão" width="226" height="307" /></p>
<p>Seguindo o escopo e definição de <a title="Conceitos básicos sobre Depreciação - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/depreciacao-gestao-patrimonial/"><strong>depreciação</strong></a>, voltado ao  âmbito de <a title="Sistemas e Metodologias de Gestão Patrimonial - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão patrimonial</strong></a>, esta que pode ser considerada de forma singela,  como sendo a perda de valor de um bem. Vários fatores podem ser associados a  <strong>depreciação</strong> de determinado ativo, podendo ser casualmente pelos desgastes de ação  natural, pelo uso em processo produtivo. É interessante ressaltar a <strong>depreciação  acelerada</strong>, que como exemplo, temos a utilização de determinado ativo em vários  turnos em determinado empreendimento, sendo que a depreciação do mesmo é levado  em conta em apenas 1 turno diário. Desta forma, é constatado uma depreciação  acelerada devido ao uso contínuo, com horas de trabalho superiores ao que normalmente deveria ser utilizado.</p>
<p>É interessante ressaltar também os tipos de <strong>depreciação</strong> usualmente utilizados, como no modelo clássico, a depreciação linear, e também a  depreciação por uso.</p>
<p>A <strong>depreciação linear</strong> é efetuada em consideração a <strong>vida útil</strong> (expresso pelo <a title="Laudo de Vida útil - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/laudo-de-avaliacao-laudo-de-vida-util/"><strong>laudo de vida útil</strong></a> do ativo) de determinado ativo. Tendo a vida útil em anos, é calculada então o percentual  de desgaste ou <strong>depreciação</strong> ao ano. Esta taxa, ou percentual, é classificada como <strong> taxa de depreciação</strong> ou de desvalorização, que é aplicada de maneira constante,  depreciando linearmente o bem de modo anual.</p>
<p>A <strong>depreciação por uso</strong>, diferentemente do modelo clássico  linear, é utilizado para cálculo de <strong>depreciação</strong> através da média de produção do  equipamento perante sua <strong>vida útil</strong>. Desta forma, é calculado de forma não  linear, proporcionalmente ao seu uso direto. Neste modelo é também  contabilizado as horas de uso de determinado ativo, relativas aos turnos de  produção.</p>
<h2>O Impairment e o <a title="O Teste que avalia o impairment, o teste de recuperabilidade - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-recuperabilidade-teste-de-impairment/">Teste de Recuperabilidade</a></h2>
<p>Outro ponto relevante perante a desvalorização é o <a title="As perdas por Impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/empresarial/impairment-e-gestao-contabil/"><strong> impairment</strong></a>, que sabidamente foi incorporado seu tratamento pelo Comitê de  Pronunciamentos Contábeis. As aplicações do <a title="O Teste de Impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-impairment-reducao-valor-recuperavel-ativos/"><strong>Teste de Impairment</strong></a> perante os  processos e metodologias da <a title="Os processos de Engenharia de Avaliações - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/engenharia-avaliacoes/"><strong>Engenharia de Avaliações</strong></a> é totalmente relevante ao  processo de <strong>Gestão Patrimonial</strong>, pois reflete com maior precisão o real valor  dos ativos, e o estado do <strong>patrimônio líquido</strong> de determinado empreendimento. É  imprescindível o seu papel, pois muitos empreendimentos que aparentemente  estejam sendo lucrativos e bem vistos por seus acionistas, podem não estar  refletindo o estado real, devido a <strong>perdas por impairment</strong> de seus ativos.</p>
<p>A perda de valor do ativo por <strong>impairment</strong>, deve ser tratado  periodicamente pelos <strong>testes de impairment</strong>, para verificar se há contrastes no  seu valor contábil e o reflexo do mesmo no valor de mercado. Tal prática é sabidamente empregada, e constitui papel significativo no processo de <a title="O Correto Controle Patrimonial da Empresa - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a>, pois auxilia na obtenção de dados precisos de todos os ativos e o controle correto na <a title="A Gestão Contábil nos empreendimentos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/gestao-contabil-relevancia-controle-patrimonial/"><strong>Gestão Contábil</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-637 aligncenter" title="Depreciação, Impairment" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/depreciacao.jpg" alt="Depreciação, Impairment" width="494" height="123" /></p>
<h2>Gestão Patrimonial e a Redução ao valor recuperável de  ativos</h2>
<p>Com as mudanças na leit 11638, e pelo o <a title="Pronunciamento Técnico CPC 01 - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/cpc/pronunciamento-tecnico-cpc-01-reducao-no-valor-recuperavel-de-ativos/"><strong>pronunciamento CPC  01</strong></a>, é ratificado a importância da execução de <strong>teste de impairment</strong> nas  corporações, e o seu impacto na contabilidade. Com esta lei, houve uma adição  referente ao tratamento das <strong>depreciações</strong> e <strong>amortizações</strong>, sendo que estas devem  e precisam ser efetuadas com base na <strong>vida útil econômica</strong> dos ativos. Esta  mudança é totalmente relevante, pois no Brasil, tal processo não era executado singelamente  desta forma.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/depreciacao/impairment-depreciacao-gestao-patrimonial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Balanço e a Gestão Patrimonial nas Organizações</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/balanco-patrimonial-organizacoes/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/balanco-patrimonial-organizacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 22:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=632</guid>
		<description><![CDATA[Aspectos relevantes do balanço patrimonial e suas características e relevância em sua utlização, e os benefícios perante a Gestão Patrimonial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Balanço e <strong>Gestão  Patrimonial</strong></h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-633" title="Balanço Gestão Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/balanco-gestao-patrimonial.jpg" alt="Balanço Gestão Patrimonial" width="307" height="316" /></p>
<p>Nos aspectos administrativos dentro de um empreendimento é  sempre de destaque o fechamento do balanço, que intrínsicamente também está  ligado ao <strong>balanço patrimonial</strong>. Estes aspectos são de inteira relevância nos  processos de <a title="Gestão Patrimonial, conceitos básicos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>Gestão Patrimonial</strong></a> do empreendimento, visto que o correto controle  dos ativos, e as baixas contábeis referentes, além do controle da contabilidade  trabalham sempre em conjunto nas metodologias de <a title="O Controle Patrimonial do empreendimento - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a>.<br />
Umas das principais características funcionais do <a title="Balanço Patrimonial nas organizações" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/balanco-patrimonial-conceitos-basicos/"><strong>balanço  patrimonial</strong></a> é fornecer dados precisos a contabilidade sempre que necessário.  Nestas etapas, a execução de análise dos ativos é efetuada perante as metodologias  da <a title="Engenharia de Avaliações e os benefícios - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/engenharia-avaliacoes/"><strong>Engenharia de Avaliações</strong></a>, que dentre vários aspectos dos ativos, podemos  destacar:</p>
<ul>
<li><a title="Laudo de vida útil e a Gestão - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/laudo-de-avaliacao-laudo-de-vida-util/"><strong>Laudo de vida útil</strong></a>: este que é elaborado perante  critérios rigorosos, e por profissionais habilitados na área, de acordo com as  Normas Técnicas determinadas. Em suma, é relatado como a prova material do  valor de um ativo.</li>
<li><a title="Laudo de Depreciação e o processo de engenharia de avaliações - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonio/laudo-depreciacao-disparidades-gestao-patrimonial/"><strong>Laudo de depreciação</strong></a>: este é caracterizado como  o parecer técnico relativo as <a title="Conceitos Gerais sobre depreciação" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/depreciacao-gestao-patrimonial/"><strong>depreciações</strong></a> de determinado ativo, emitido por  especialistas indicados e capacitados. É um documento fundamentado e escrito  relatando as conclusões sobre a vistoria e <strong>avaliações</strong>.</li>
<li><a title="Laudo de Avaliação - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle-patrimonial/laudo-avaliacao/"><strong>Laudo de Avaliação</strong></a>: Este assim como o <strong>laudo de  vida útil</strong>, é caracterizado como um documento elaborado por peritos  especializados e capacitados em determinar a avaliação de um ativo sobre vários  critérios.</li>
<li><a title="Teste de Impairment e o valor recuperável de ativos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-impairment-reducao-valor-recuperavel-ativos/"><strong>Teste de Impairment</strong></a>: mediante a lei 11638, para  se verificar a <a title="A lei 11638 e a redução ao valor recuperável de ativos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/reducao-valor-recuperavel-ativos-lei-11638/"><strong>redução ao valor recuperável de ativos</strong></a>, é necessário que seja  efetuado avaliação seguindo uma metodologia e critérios, esta avaliação  elaborada por especialistas na área é denominada de <strong>teste de impairment</strong>, que  também é conhecido como o <a title="Teste de Recuperabilidade de ativos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-recuperabilidade-teste-de-impairment/"><strong>teste de recuperabilidade</strong></a>.</li>
<li><a title="Reavaliação de ativos nos empreendimentos - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/patrimonio/reavaliacao-ativos/"><strong>Reavaliação de Ativos</strong></a>: é um dos processos de  <strong>gestão patrimonial</strong> onde é especificado a avaliação (re-avaliação) de  determinado ativo, para atualização do valor e características do mesmo.</li>
<li><strong>Inventário</strong>: consiste basicamente na lista de  bens e materiais disponíveis ou pertencentes a empresa.</li>
<li>Etc.</li>
</ul>
<h2><strong>Gestão Patrimonial</strong> e o Patrimônio Líquido</h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-634" title="Balanço Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/balanço-patrimonial.jpg" alt="Balanço Patrimonial" width="248" height="243" /></p>
<p>De forma sucinta, é interessante destacar algumas  características peculiares do <strong>balanço patrimonial</strong>, assim como seu impacto nas  organização e sua importância na <strong>Gestão Patrimonial</strong> do empreendimento.  Basicamente, é possível destacar 2 categorias principais dentre os ativos do  <strong>balanço patrimonial</strong>:</p>
<ul>
<li>Ativos (Intangíveis/ Tangíveis): Podem ser  destacados também como ativos, os investimentos financeiros, títulos privados e  públicos que o empreendimento tem por receber. É destacado, também nesta área de  ativos, os bens, as aplicações controladas pelo empreendimento, e os direitos da  mesma.</li>
<li>Passivos: Na categoria de passivos, podemos  citar as obrigações por parte financeira que o empreendimento tem com seus  funcionários, outros empreendimentos, ou mesmo, o estado.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/balanco-patrimonial-organizacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Gestão Patrimonial Moderna</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/gestao-patrimonial-moderna/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/gestao-patrimonial-moderna/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[Aspectos singulares sobre a gestão patrimonial de âmbito moderno nas organizações de crescimento acentuado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Considerações iniciais sobre <strong>Gestão Patrimonial</strong></h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-630" title="Gestão e Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/gestao-patrimonial-controle.jpg" alt="Gestão e Controle Patrimonial" width="272" height="333" /></p>
<p>Todos os aspectos gerenciais, desde o processo de fundação  até rotinas administrativas são de total relevância no processo de <a title="CPCON - Gestão Patrimonial Moderna" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão  patrimonial</strong></a> e fundamentais para o <strong>controle</strong> do empreendimento. Tal processo  nunca foi trivial para qualquer gestor, sendo que a eficácia nestes  procedimentos são diretamente relacionados ao sucesso final da empresa.</p>
<p>Dentre as características necessárias de um gestor de  sucesso, que detenha habilidades de <strong>controle</strong>, gerenciamento e perspicácia,  podemos citar também: conhecimento profundo do mercado,  capacidade de percepção de mudança de  tendência, análise sucinta da concorrência, além do correto jogo de cintura  perante as finanças e os investimentos da empresa.</p>
<p>Um ponto chave no processo de <a title="CPCON - Controle Patrimonal de Sucesso" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a> dos  empreendimentos são as bases fortes da contabilidade, com o correto <strong>controle</strong> dos ativos da empresa, e uma estruturação destes processos bem elaborados, com  documentação e análise de previsões. Todas estas etapas bens definidas, para  que haja <strong>controle</strong>, porém que não seja de burocracia excessiva.</p>
<p>As metodologias que provêm o controle e <strong>gestão patrimonial</strong> do empreendimento, também são vantajosas, pois garantem:</p>
<ul>
<li>Vantagens estratégicas nos campos de  planejamento orçamentário.</li>
<li>Administração do empreendimento voltada na  eficiência, com maior precisão nos dados de apoio.</li>
<li>Possibilidades avançadas no processo de previsão  e tratamento de custos: <a title="CPCON - Conceitos básicos sobre depreciação" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/depreciacao-gestao-patrimonial/"><strong>depreciação</strong></a>, gastos.</li>
<li>Foco estratégico, com metas direcionadas as  necessidades de forma real que são fundamentais para o empreendimento.</li>
</ul>
<h2>Planejamento Estratégico: As metas para o destino na Gestão Patrimonial</h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-628" title="Gestão Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/04/gestao-patrimonial.jpg" alt="Gestão Patrimonial" width="262" height="276" /></p>
<p>Todos os empreendimentos possuem metas específicas, além de  metodologias para alcançar o sucesso almejado. Tal processo é fundamental para  o <a title="CPCON - Controle do Patrimônio" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/"><strong>controle do patrimônio</strong></a>, e correto direcionamento do capital investido  objetivando os lucros e o sucesso. Para o foco relevante no sucesso de cada  projeto singular, vislumbrando o sucesso final no conjunto de resultados, é  indispensável a utilização das técnicas que compõem a correta <strong>Gestão  Patrimonial</strong> da empresa.</p>
<p>Durante os níveis de hierarquia de execução dos processo do  empreendimento, é necessário que haja constantes medidas de <strong>controle</strong>, estas  focadas inicialmente nas análises de avaliação e re-avaliação dos ativos.  Vários aspectos são relevantes neste processo, pois temos, por exemplo, o  tratamento da perda por <strong>depreciação</strong> com o <a title="Impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/empresarial/impairment-e-gestao-contabil/"><strong>impairment</strong></a>, que deve ser sabidamente verificada  com o <a title="Como fazer o  teste de impairment - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/teste-de-impairment-reducao-valor-recuperavel-ativos/"><strong>teste de impairment</strong></a>, também conhecido como o teste de recuperabilidade de  ativos. Estas medidas de <strong>controle</strong> envolvem todo o aspecto relevante dos ativos,  e compõe os processos de <a title="Os processos de controle com a engenharia de avaliações - CPCON" href="http://www.cpcon.eng.br/engenharia-avaliacoes/"><strong>Engenharia de Avaliações</strong></a>.</p>
<p>Todo este processo de controle voltado a <strong>gestão patrimonial</strong> pode fugir do escopo principal do empreendimento e demandar complexidade  extrema. Desta forma, é comumente utilizado os serviços de <strong>consultoria em  gestão patrimonial</strong>, de forma terceirizada, especialistas na área efetuam todos  os processos necessários para que o empreendimento caminhe sempre dentro dos  padrões estabelecidos. Desta forma, os funcionários do empreendimento, assim  como os gestores podem focar intrinsecamente nos aspectos mais relevantes para  seus cargos e ocupações.</p>
<h2>As vantagens da implantação da <strong>Gestão Patrimonial</strong></h2>
<p>Em suma, com o crescimento da empresa, é necessário efetuar  metodologias de controle, para que haja sempre precisão na informação captada  dos diversos departamentos. Desta forma, é preciso estar sempre preparado, é  necessário sempre ter o <strong>controle</strong> da informação e possuir mecanismos de auxilio  para detecção de falhas nos diversos processos. Assim, é sempre relevante ter  implantado técnicas de <strong>Gestão Patrimonial</strong> eficiente, para que mesmo que haja  surpresas no decorrer do crescimento, haja também sempre comprometimento da  informação e conseqüentemente das ações a serem executadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/gestao-patrimonial-moderna/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modelo de Controle Patrimonial e a Gestão de Qualidade</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-qualidade/modelo-controle-patrimonial-gestao-qualidade/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-qualidade/modelo-controle-patrimonial-gestao-qualidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 16:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=621</guid>
		<description><![CDATA[A relevância da integração do controle patrimonial, almejando a gestão da qualidade eficiente para seu empreendimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Modelo de <strong>Controle Patrimonial</strong>, com gestão da qualidade eficiente para pequeno empreendimento</h2>
<p class="floatRight"><img class="alignnone size-full wp-image-626" title="Gestão da Qualidade e Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/gestao-da-qualidade.jpg" alt="Gestão da Qualidade e Controle Patrimonial" width="291" height="291" /></p>
<p>No aspecto de <a title="CPCON - Controle Patrimonial Eficiente" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a> de pequena empresa, temos  primeiramente o aspecto informal de como esta se inicia. Mesmo que o  empreendimento tenha agregado capital com seus serviços e produtos e tenha  conquistado crescimento, é comum que o <strong>controle patrimonial</strong> continue seguindo este  aspecto informal. O Gestor da pequena empresa, planeja, tem controle, e  organiza os processos de forma bastante simplificada, desta forma, sua visão de  negócio voltada ao <strong>controle patrimonial</strong>, e tem apenas foco analogamente visual do  patrimônio, enquanto a empresa vislumbra apenas pequenos negócios. Porém, com o  aumento significativo do volume de negócios, o controle ganha maior  complexidade, sendo necessário utilizar técnicas, e <strong>sistemas de controle  patrimonial</strong>, para que seja possível cuidar da <a title="CPCON - Gestão do Patrimônio Eficiente" href="http://www.cpcon.eng.br/controle-gestao-patrimonio/"><strong>gestão do patrimônio</strong></a> de forma  eficiente. O controle sensitivo inicial não é mais satisfatório. Nesta etapa, é  importante a divisão de responsabilidade, delegando tarefas primordiais a  demais membros do empreendimento, para garantir o controle.<br />
Esta analogia de controle total do gestor é exemplificada em  estudos sobre o <strong>ciclo de vida das organizações</strong>, onde primordialmente o  empreendimento, ou pequena empresa, tem total controle pelo seu  proprietário/fundador. Porém, é relatado que com o crescimento da mesma o  <strong>controle patrimonial</strong> isolado fica inviável, sendo necessário efetuar mudanças  em sua <a title="CPCON - Gestão Patrimonial Moderna" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>gestão patrimonial</strong></a>, estas que podem ser gradativas de acordo com o ciclo  de vida que a empresa está, otimizando assim os recursos e os investimentos em  técnicas e <a title="CPCON - Sistemas de Controle Patrimonial" href="http://www.cpcon.eng.br/sistemas-controle-patrimonial/"><strong>sistemas de controle patrimonial</strong></a> efetivo.<br />
Visando o aspecto primordial do ciclo de vida do  empreendimento, é necessário e relevante, ressaltar alguns pontos-chave.  Primeiramente, o que é essencial em ter controle, como é interessante que este  processo seja efetuado, e por que isto se faz necessário? Desta forma, é dado o  passo inicial para a arquitetura dos processos de controle viáveis a empresa,  sendo executado o planejamento dos processos críticos que necessitam de  <strong>controle</strong>, e também os meios disponíveis para que estes sejam executados. Após  este passo inicial, é feito a análise dos resultados obtidos com as políticas e  diretrizes traçadas, em seguida tais dados são analisados, a fim de otimizar da  melhor forma, todo o processo de <strong>controle patrimonial</strong>.</p>
<h2>Arquitetura de <strong>Controle e Gestão Patrimonial</strong></h2>
<p>Neste artigo, será utilizado como base, o modelo de Gomes e  Sallas [1997], que garante uma arquitetura diferenciada para otimização dos  processos de pequenas empresas. O objetivo da utilização desta arquitetura, é  ressaltar os benefícios do <strong>controle patrimonial</strong> de qualidade, obtendo  resultados positivos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-622 aligncenter" title="Modelo de Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/controle-patrimonial-modelo.png" alt="Modelo de Controle Patrimonial" width="506" height="627" /></p>
<h2>Primeira Fase do Ciclo de Vida &#8211; <strong>Controle Patrimonial</strong> para a Garantia da Qualidade</h2>
<p>De acordo com o modelo acima, é possível verificar que o  <strong>sistema de informações gerenciais</strong> ampara o sistema de controle de forma  intrínseca, atendendo as necessidades do planejamento, da organização das  atividades, além das aplicações de instrumentos de <strong>controle</strong> que auxiliam na  garantia de qualidade de processos e produtos. Porém, de acordo com o <a title="CPCON - Ciclo de Vida das Organizações" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/ciclo-organizacoes-controle-patrimonial/"><strong>ciclo das  organizações</strong></a>, é fato que a empresa passa por várias fases de evolução, sendo  assim, várias mudanças também em seu processo de controle e <strong>gestão patrimonial</strong>,  estas que são voltadas a qualidade. Desta forma, esta etapa é ilustrada  pelo seguinte modelo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-623" title="Controle Patrimonial Primeira Fase do Ciclo da Organização" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/arquitetura-controle-patrimonial.png" alt="Controle Patrimonial Primeira Fase do Ciclo da Organização" width="628" height="576" /></p>
<p>Nesta primeira fase do ciclo de vida da organização, também  conhecida como “Infância”, o gestor do empreendimento tem por meta substancial,  manter a empresa em funcionamento, mantendo assim as atividades primordiais,  como compra, fabricação e venda, utilizando de seu instinto e controles  informais neste processo. A <strong>gestão da qualidade</strong> do empreendimento é executada  também de forma instintiva, usando apenas o controle informal do gestor,  através de suas habilidades e percepções das necessidades dos clientes. O  <strong>controle da qualidade</strong> no aspecto da mercadoria/matéria-prima ocorre também de  forma informal, com uma inspeção visual do produto final.</p>
<p>Novamente com base no modelo proposto,  verifica-se o <strong>controle de gestão</strong> formal na primeira fase do ciclo de vida,  mesmo que de forma acanhada. Um ponto relevante nesta fase, é a flexibilidade  existente, que é de suma importância para o desenvolvimento da pequena empresa.  Seguindo a meta de controle, é necessário também os registros dos procedimentos  formais, para que garanta o início do controle no começo das atividades do  empreendimento, estes desde que estejam implementados de acordo com as características  e necessidades. É interessante que estes processos de <strong>controle de patrimônio</strong> não alterem, ou inibem a flexibilidade, esta que é caracterizada como a  percepção e remolde dos processos de acordo com as necessidades do mercado.<br />
Apesar  de a flexibilidade ser um ponto forte nesta fase, é importante efetuar o  <strong>controle formal</strong> na parte operacional do empreendimento. A <strong>gestão</strong> e o <strong>controle  financeiro</strong> são imprescindíveis, sendo necessário haver o controle de caixa, das  contas a pagar e receber, além do controle dos <strong>ativos do patrimônio</strong>, como os  estoques, além de outros necessários ao funcionamento. Estas características  são relevantes as pequenas empresas voltadas ao ramo industrial, que atendem a  áreas como fabricação, vendas, compras e finanças. Neste aspecto, o <strong>controle de  qualidade</strong> é caracterizado pelo registro formal, dos aspectos que estão fora do  padrão aceitável do empreendimento, ou que fujam das normas estabelecidas por  lei, sendo a atuação do controle efetuado com normas e diretrizes de ações para  correção.</p>
<h2>Segunda Fase do Ciclo de Vida &#8211; <strong>Gestão Patrimonial</strong> e a Garantia da Qualidade</h2>
<p>Seguidamente, temos a segunda fase do ciclo da organização, que é caracterizado pelo interesse de gestão financeira por parte do gestor. O gestor tem maior interesse pelo movimento das contas, pela análise dos balancetes e <a title="CPCON - Balanço Patrimonial" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-financas/balanco-patrimonial-conceitos-basicos/"><strong>balanço patrimonial</strong></a> para assim analisar os negócios com clientes e  fornecedores.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-624" title="Modelo e Arquitetura de Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/modelo-arquitetura-controle.png" alt="Modelo e Arquitetura de Controle Patrimonial" width="576" height="448" /></p>
<p>Nesta fase, além do controle efetivo através da  contabilidade, é necessário outros tipos de aspectos gerenciais voltados a  parte operacional interna no empreendimento. Com destaque em: controle efetivo  de estoques, controle financeiro de pagamentos e recebimentos, programação de  renovação de estoque, vendas/fabricação, além do controle do capital de giro. A  garantia de qualidade é executada por processos de inspeção nesta fase, com  presença de sistemas informatizados de controle, porém não integrados. É comum  a busca por processos de certificação, como o ISO 9000 devido à competitividade  do mercado.<br />
Seguindo o modelo apresentado acima, verificamos a  arquitetura operacional adotada, e também a necessidade na implantação de  processos de <strong>controle patrimonial</strong> e gerencial voltados a <strong>gestão de qualidade</strong>. A  meta de gestão de qualidade nesta etapa, é definida com o acompanhamento e  resolução de problemas de adversidades, buscando identificar as causas para  resolução destes problemas.</p>
<p>De forma geral, é estritamente interessante que  o empreendimento adote políticas, estruturas e diretrizes robustas, que  garantam uma base sólida durante seu crescimento, tendo assim condições de  adotar ações estratégicas em relação ao <strong>controle de gestão</strong>, além de <strong>gestão de  qualidade</strong>. Tais aspectos serão fundamentais nas fases seguintes de seu ciclo de  vida.</p>
<h2>Terceira Fase do Ciclo de Vida &#8211; <strong>Controle</strong> de <strong>Gestão</strong> para a Garantia da Qualidade</h2>
<p>Já nesta etapa, o empreendimento já conquistou sua posição no mercado, e o gestor possui fluxo de negócios razoável, desta forma o empreendimento já possui também recursos próprios para investimento estratégicos. Porém, nesta etapa a contabilidade necessita de técnicas mais apuradas de <strong>controle da gestão financeira</strong>, pois o <strong>balanço patrimonial</strong> e os balancetes já não  são suficientes para a <strong>gestão patrimonial</strong> eficiente do empreendimento. Para que o processo de gestão seja eficiente, é necessária uma visão global de todo o empreendimento, e um bom entendimento do mercado visando novos nichos e oportunidades viáveis. Para obter sucesso na expansão do empreendimento, os gestores devem investir nos diferenciais de seus produtos e serviços, visando sempre o <strong>controle de qualidade</strong>, e a otimização dos processos a fim de obter preços  competitivos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-625" title="Modelo de Gestão e Controle Patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/controle-gestao-modelo.png" alt="Modelo de Gestão e Controle Patrimonial" width="578" height="554" /></p>
<p>Desta forma, seguindo o modelo proposto, verifica-se a  necessidade de estruturas de apoio a decisão, que são conhecidas como <strong>Sistemas Integrados de Gestão Empresarial</strong> (<strong>SIGE</strong>) e do inglês como <strong>Enterprise Resource Planning </strong>(<strong>ERP</strong>), que integrados em todas as áreas  da empresa, garantem uma <strong>gestão</strong> diferenciada, garantindo maior controle e  agilidade aos processos.</p>
<p>Focado  então no aspecto de garantia de qualidade, é interessante que a empresa foque  nas técnicas de controle da qualidade total (TQM), voltados na manutenção da  qualidade de todos os processos produtivos, além de suprir bases para  desenvolvimento de qualidade de novos produtos, com a gestão e controle de  processos e estratégia.<br />
É interessante ressaltar que nesta terceira fase do ciclo de  vida do empreendimento, ocorre a alteração do <strong>controle de execução</strong> para o  famoso <strong>controle de performance</strong> (desempenho) do empreendimento. O controle em  questão, acontecerá de acordo com uma metodologia e planejamento formal, que  podemos destacar: <strong>controle de custos</strong>, <strong>controle orçamentário</strong>, relevância dos  indicadores de desempenho. A forma organizacional também sofre mudanças,  surgindo demais segmentos de gerência, a fim de suprir as necessidades de  sub-liderança. Porém, é totalmente necessário o a implantação do controle  global, pois fica inviável o controle por parte apenas dos proprietários.</p>
<p>Em suma, o modelo de Gomes e Sallas [1997]  apresentado, ampara de forma singela o empreendimento em seus primeiros passos  do ciclo de vida, com um bom desempenho nas metas de <strong>controle patrimonial</strong> perante a evolução estratégica. Indicando também a necessidade do controle  global com a delegação de responsabilidades afim de alcançar as metas  almejadas.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 2585px; width: 1px; height: 1px;">Seguidamente, temos a segunda fase do ciclo da organização, que é caracterizado pelo interesse de gestão financeira por parte do gestor. O gestor tem maior interesse pelo movimento das contas, pela análise dos balancetes e <strong>balanço patrimonial</strong> para assim analisar os negócios com clientes e  fornecedores.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao-qualidade/modelo-controle-patrimonial-gestao-qualidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Ciclo das Organizações e o Controle Patrimonial</title>
		<link>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/ciclo-organizacoes-controle-patrimonial/</link>
		<comments>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/ciclo-organizacoes-controle-patrimonial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CPCON</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Patrimonial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpcon.eng.br/?p=617</guid>
		<description><![CDATA[Entenda de forma resumida os ciclos básicos de vida de um empreendimento, e o impacto do controle e gestão patrimonial em todo seu desenvolvimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="floatRight"><img title="Ciclo de Vida das Organizações" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/ciclo-vida.jpg" alt="Ciclo de Vida das Organizações" width="255" height="255" /></p>
<p>Um aspecto relevante em todas as organizações é o seu ciclo de crescimento, e suas respectivas etapas conquistadas. Tal aspecto evolutivo sofre constantes mudanças, devido principalmente as variações no mercado, com as necessidades de mudanças em suas práticas gerenciais, para absorverem os requisitos valiosos perante as tais mudanças, e no decorrer de tal processo é sempre relevante a questão do controle, além da visão de mercado e capacidade de assumir riscos. Para assegurar o sucesso inicial, é interessante que os gestores do empreendimento tenham controle significativo sobre tal, além de ter visão sobre os pontos fracos e fortes do nicho de mercado, e das oportunidades e empecilhos externos de seu empreendimento, para que também possam intervir com planos de controle contra adversidades externas, além de acompanhar as tendências e focar na obtenção de seus objetivos.<br />
Um ponto chave no desenvolvimento do empreendimento, é o controle e gestão de sucesso do mesmo, além de estratégias pró-ativas. Este conceito se destaca, não apenas no acompanhamento do mercado, mas também na capacidade de inovar diante dele, não sendo apenas um espectador, mas diferente disto, um ator atuante, com metas expressivas e com controle saliente dos riscos.<br />
O pequeno empreendimento, ou micro-empresa, necessita de um contexto de desenvolvimento econômico, com orientações claras, e objetivas para o gerenciamento e controle dos negócios, para que possa sobreviver dentro do âmbito competitivo.</p>
<h2>O Ciclo Primordial das Organizações e os efeitos perante o <strong>Controle Patrimonial</strong></h2>
<p>O ciclo de vida das organizações faz analogia ao ciclo de vida dos seres humanos, com início no nascimento, até possivelmente a morte.<br />
“Os organismos vivos estão submetidos a um fenômeno chamado ciclo de vida. Todos os organismos nascem, crescem, envelhecem e morrem. Este conceito de ciclo de vida aplica-se, também, às organizações.” (Adizes, 1990)<br />
É possível enfatizar também as 8 fazes do ciclo das empresas, estes também com analogia a algumas etapas do ciclo dos seres humanos. Estes que podemos citar: namoro, infância, toca-toca, adolescência, plenitude, estabilidade, aristocracia, burocracia incipiente e estado burocrático. A seguir, será dado destaque referente a cada uma destas etapas.</p>
<h2>Os 8 ciclos descritivos das etapas das organizações e o respaldo no <strong>controle patrimonial</strong></h2>
<h3>Primeiro ciclo, denominado também como, o ciclo de “namoro”:</h3>
<p>Fase que se destaca primeiramente pelos anseios do fundador, este que idéias gerais sobre o empreendimento, realizando alguns pequenos planos e pesquisas. Toda a etapa de organização do empreendimento existe somente na imaginação, não há nada documentado. Esta fase é primordial, pois marca o compromisso do fundador com a empresa, que irá definir o caminho que a mesma trilhará, sendo para o sucesso, ou falência.</p>
<h3>Segundo ciclo, o ciclo da “infância”:</h3>
<p>Esta fase é denominada também como a primeira fase do empreendimento, sendo o primeiro ciclo uma pré-fase. Esta fase dá início as atividades, é preciso produzir, pagar contas, ter giro de capital no empreendimento, afim de atingir os objetivos e metas pela qual a empresa foi criada.</p>
<h3>Terceiro ciclo, o ciclo do “toca-toca”:</h3>
<p>É marcada pela ascensão do empreendimento, pois os problemas financeiros já foram previamente solucionados, e as vendas/lucros estão aumentando. É marcada em muitos casos pelo super-otimismo do fundador, pois este começa a dar passos longos, imobilizando capital, ou investindo em outros ramos. É comum o início de algumas pequenas crises neste ciclo, sendo necessário a implantação de um sistema de controle da mesma, sendo este um sistema de controle de modo formal.</p>
<h3>Quarto ciclo, o ciclo da “adolescência”:</h3>
<p>Esta fase faz uma analogia interessante com os seres humanos, é a fase da necessidade ou almejo de independência, esta que se dá primordialmente da centralidade das decisões perante o fundador, sendo necessário delegar parte das mesmas, para que tenha um controle mais eficaz, e uma burocracia menos dependente. É comum encontrar nesta fase conflitos, inconsistência de metas e de sistemas de remuneração, além de reuniões improdutivas. É comum haver desentendimentos com entre os gerentes. É necessário nesta fase, a implantação de sistemas de <a title="CPCON - Controle Patrimonial de Sucesso" href="http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/gestao/gestao-contabil-diferencial-controle-patrimonial/"><strong>controle patrimonial</strong></a>, conhecidos também como sistemas administrativos, além de elaboração de diretrizes, para os controles necessários. É importante ressaltar também nesta etapa, a transição na mudança de metas, onde a empresa deve deixar de “trabalhar mais” e com um processo de controle de qualidade, passar a “trabalhar melhor”. Este processo que é sinônimo de apurar e controlar melhor os custos e ter foco na melhoria contínua de qualidade.</p>
<h3>Demais ciclos, os ciclos de envelhecimento: estabilidade, aristocracia, burocracia e morte:</h3>
<p>Estes demais ciclos, conhecidos como os ciclos de envelhecimento do empreendimento, não tem significado que a empresa vai seguir para a falência, pois com a utilização correta de processos de <a title="CPCON - Gestão Patrimonial" href="http://www.cpcon.eng.br/"><strong>Gestão Patrimonial</strong></a> , além de pontos primordiais de controle e visão de oportunidades, o empreendimento pode se adequar dentro do crescimento constante. Um aspecto favorável, é o equilíbrio entre a flexibilidade e a controlabilidade, que são descritas como a capacidade de responder rapidamente ao mercado, além de antecipar a ele, além da utilização de controles formais e adequados ao desenvolvimento organizacional.</p>
<h2>A Relevância do <strong>Controle Patrimonial</strong> nas Organizações</h2>
<p class="floatLeft"><img class="alignnone size-full wp-image-619" title="O Ciclo das organizações e o controle patrimonial" src="http://www.cpcon.eng.br/wp-content/uploads/2010/01/construcao.jpg" alt="O Ciclo das organizações e o controle patrimonial" width="232" height="228" /></p>
<p>É interessante ressaltar o papel fundamental dos requisitos de controle em todas as etapas do ciclo dar organizações. Primeiramente o papel de controle é feito unicamente pelo fundado e feito de forma informal. Com o crescimento contínuo do empreendimento, os processos de controle continuam a serem efetuados, porem passam a ser feitos de modo formal, porém continuam sendo efetuados unicamente pelo fundador. Com este aspecto de decisão centralizado, a empresa peca no gargalo de tempo burocrático, sendo necessário a expansão para métodos de <strong>controle patrimonial</strong> eficientes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cpcon.eng.br/gestao-patrimonial/controle/ciclo-organizacoes-controle-patrimonial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
